Três focos importantíssimos na condução de uma vida feliz, e eis que a platéia do teatro do Centro Cultural Usiminas assistiu, em silêncio, as centenas de informações que o médico e escritor de Porto Alegre, Victor Sorrentino, ia explanando. Por platéia entenda-se os convidados de Dra. Márcia Freitas Alvernaz, diretora clínica da nova INTEGRATIVE – NÚCLEO BRASIL DE MEDICINA INTEGRATIVA E FUNCIONAL.
A clínica, erguida na Rua Poços de Caldas, em cima da Lojas Americanas, foi totalmente preparada pelo escritório da arquiteta Laura Lage para atender os pacientes em multiplicidade de abordagens e procedimentos, que eu explico aqui, através do resumo enviado pelos organizadores, enquanto mostro algumas presenças que fizeram a noite ser de bons encontros já que, depois da palestra, o coquetel do Buffet Cozinha Gourmet serviu suas especialidades enquanto as flutes não ficavam vazias jamais. Ao lado de Dra. Márcia, o executivo da empresa, Wanderson, co-anfitrionava.
Medicina Integrativa
Devido ao avanço da informação em relação aos cuidados com a saúde, as pessoas começam a entender melhor as formas mais eficazes e seguras de tratar e prevenir o surgimento de doenças. Por entender que cada indivíduo é único, para a medicina integrativa não há uma receita pronta na hora de resolver um problema. A individualidade de cada paciente é respeitada.
O que é medicina integrativa?
É a medicina que analisa o paciente como um todo. Com ela o foco do atendimento não é o efeito do problema (sintomas), mas a causa (origem). O médico integrativo entende que a origem do problema muitas vezes pode não estar ligada ao local onde a pessoa apresentou o sintoma. Por isso, pode-se dizer que a medicina integrativa analisa o paciente de forma geral, não apenas de maneira isolada.
INTEGRATIVE: saúde, vigor e intensidade
INTEGRATIVE Núcleo Brasil de Medicina Integrativa e Funcional traz a forma de abordagem médica que ainda é relativamente nova no país, porém já é utilizada há muitos anos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Alemanha, Inglaterra e vários outros países na Europa.
Dra. Márcia Sousa Freitas Alvernaz teve contato com essa medicina há oito anos e ficou muito impressionada com o que ela propõe. Baseada na crescente demanda pela medicina integrativa no Brasil que a médica decidiu criar a INTEGRATIVE, onde as pessoas pudessem ter acesso a essa abordagem diferenciada.
Segundo especialistas em medicina integrativa e gerenciamento do envelhecimento, a medicina integrativa é personalizada porque atende as necessidades do indivíduo. “Os métodos diagnósticos dentro da medicina integrativa captam alterações biofísicas, bioquímicas, sociais, culturais e, principalmente, a forma como esse indivíduo reage aos estímulos estressantes”. Ou seja, com a medicina integrativa o que define o tratamento a ser seguido é o próprio paciente, não a doença.
A médica ainda explica que justamente por isso não se usa o termo consulta na INTEGRATIVE. “Aqui nós fazemos acompanhamento. E acompanhamento é exclusividade, são abordagens voltadas para aquele indivíduo”, esclarece.
A INTEGRATIVE acredita que o ser humano nasce com um segredo dentro dele, a SAÚDE. A INTEGRATIVE se propõe a ser a chave para desvendar esse segredo.
Muito além de um “simples” tratamento
Na INTEGRATIVE, o paciente não encontrará um especialista em uma única área da medicina, ele será acompanhado por uma equipe de profissionais composta por médicos, nutricionistas, enfermeiros, educador físico e psicólogos, que o avaliará de uma forma geral, pois o objetivo não é apenas tratar sintomas, mas encontrar a causa e canalizar os esforços para a solução e reestabelecimento da saúde.
Após avaliar o paciente, analisar exames realizados na INTEGRATIVE e exames laboratoriais, fecha-se o diagnóstico e será indicado um programa de tratamento. Com a medicina integrativa, ele não é necessariamente realizado com a utilização de medicamentos. Muitas vezes a conclusão é de que o paciente necessita de uma mudança de hábitos, daí a necessidade de se conhecer o organismo do indivíduo como um todo.
É por isso que a medicina integrativa também é conhecida como “medicina a quatro mãos”, porque o médico e o paciente juntos encontram as opções que melhor se adequam à sua necessidade. Dessa forma o paciente e o profissional trabalham na busca da melhoria na qualidade de vida.
A medicina que veio para somar
Dra. Márcia esclarece que o objetivo da medicina integrativa não é excluir nenhum outro tipo de terapia, mas trabalhar em conjunto com as demais. “As outras abordagens dentro da medicina são extremamente importantes, e o que a INTEGRATIVE está trazendo é um auxilio em questões que muitas vezes não são passíveis de serem tratadas dentro de um consultório médico convencional” finaliza.

















































