Conselho Estratégico da FIEMG Vale do Aço fortalece diálogo técnico sobre manutenção industrial  

Segurança, produtividade, performance e contratação pautaram as discussões do encontro
 
O 4º Seminário de Manutenção do Conselho Estratégico da FIEMG Regional Vale do Aço reuniu, nesta terça-feira (5/5), no Centro Cultural da Fundação Aperam, em Timóteo, profissionais e especialistas para um dia intenso de debates, troca de experiências e fortalecimento técnico na área de manutenção industrial.
Promovido pelo Grupo de Manutenção, composto pela ArcelorMittal Monlevade, Aperam, Cenibra, Usiminas e coordenado pela FIEMG, o seminário reforçou a importância da prevenção como pilar fundamental para a produtividade, segurança e competitividade da indústria regional.
A abertura do evento contou com a presença do vice-presidente do Sindimiva, Renato Gomes, que representou o presidente da FIEMG Vale do Aço, João Batista Alves, atualmente em missão institucional no Canadá.
Renato ressaltou a importância da iniciativa e destacou a relevância do trabalho colaborativo na construção de soluções eficientes para os desafios enfrentados pelo setor industrial.“Este encontro reafirma o compromisso da FIEMG, por meio do Conselho Estratégico, em fortalecer o diálogo técnico, incentivar a qualificação profissional e promover a construção coletiva de soluções que contribuam para resultados cada vez mais consistentes e sustentáveis para a indústria regional”, pontuou.
Custo Brasil
Destaque para a palestra “Custo Brasil: Produtividade e Competitividade na Indústria”, ministrada por Ricardo Aloysio, gerente de Educação Profissional e Tecnologia Industrial do SENAI, que trouxe reflexões estratégicas sobre os impactos do Custo Brasil na gestão de contratos de manutenção. O tema permeou os debates sobre segurança, produtividade, performance e contratação, aspectos essenciais para a obtenção de resultados mais consistentes nas empresas.
Segundo Aloysio, discutir o Custo Brasil nesse contexto é fundamental, pois ele afeta diretamente a competitividade, a previsibilidade e a sustentabilidade dos contratos. “Uma gestão contratual eficiente vai além da elaboração técnica; exige a capacidade de antecipar cenários, mitigar riscos e adotar estratégias que conectem produtividade e competitividade”, destacou.
Para Adilson Ferraz, coordenador de manutenção elétrica e instrumentação da Cenibra, o seminário reforçou a importância de avançar, primeiramente, na simplificação dos processos e na automação como caminhos para o ganho de produtividade e aumento da eficiência operacional. “A busca por maior produtividade exige investimento em pessoas, processos mais simples e tecnologia aplicada, promovendo eficiência operacional e fortalecendo a indústria regional por meio da cooperação”, disse.
Jean Carlo Magalhães, gerente de manutenção de campo da Aperam, elogiou o alto nível dos debates e destacou a relevância do seminário como um espaço estratégico de aprendizado colaborativo entre as empresas. “Nossa expectativa é fomentar uma rede de aprendizado, na qual a troca de experiências, impulsione a maturidade na gestão de contratos. Como desdobramento, esperamos a implementação de processos mais ágeis, produtivos e seguros, contribuindo diretamente para a evolução das nossas operações”, concluiu.
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