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VACINAÇÃO INFANTIL CONTRA COVID-19: EM DEFESA, PEDIATRA DA UNIMED V.A

A vacinação de crianças entre cinco e onze anos teve início no Brasil. Apesar de inúmeros estudos apontando a eficácia do imunizante, há resistência entre muitos pais em relação a vacinação dos filhos. Para a médica cooperada e pediatra da Unimed Vale do Aço, Dra Naiara Ferreira, é fundamental que as crianças recebam a dose.

Em um documento recém-publicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento de Infectologia e Imunização, entre março de 2020 e maio de 2021, foram registrados 3.200 internações por Covid-19 de crianças, sendo que 30% delas correspondiam a critério de gravidade. Ainda, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a vacinação infantil é uma etapa fundamental para o desenvolvimento saudável de todas as crianças, é obrigatória no Brasil, e o não cumprimento dessa obrigação pode acarretar em penalidades, por exemplo, a suspensão de benefícios como o Bolsa Família.

“A Covid-19 na população pediátrica é subestimada e são vários os fatores que influenciam nessa incidência, como a indisponibilidade de testes, a falta de solicitação pelo profissional médico em muitas dos casos de doenças respiratórias na infância e também a recusa por parte de alguns pais na coleta do exame de RTP PCR ou antígeno nas crianças e adolescentes com sintomas respiratórios. Eu, como mãe e pediatra, recomendo fortemente a vacinação contra a Covid-19 pela população pediátrica, não só pelos efeitos diretos de proteção dessa categoria que não podem ser negligenciados, mas também pelos efeitos indiretos de redução de transmissibilidade, que protegeria toda a população”, explicou.

Uma nota técnica divulgada pela Fiocruz no último mês enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 em crianças. A publicação, embasada em estudos e critérios científicos, ressalta que a imunização da faixa etária de 5 a 11 anos vai colaborar com a mitigação de formas graves e óbitos por Covid-19 nesse grupo, reduzirá a transmissão do vírus e será uma importante estratégia para que as atividades escolares retornem ao modo presencial. A nota da Fiocruz mostra que as vacinas são a melhor forma de evitar mortes e sequelas graves decorrentes das doenças imunopreviníveis. Portanto, a vacinação de crianças e adolescentes contra a Covid-19, pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), é uma ferramenta fundamental para o controle da pandemia.

Para a médica pediatra, é indispensável que os pais levem seus filhos para se imunizarem. “O risco inerente a essa vacina não é maior do que de outras vacinas disponíveis no nosso calendário vacinal já há anos, protegendo a nossa população pediátrica e os nossos adolescentes de internações, de mortes e de comorbidades, ou seja, de sequelas secundárias das doenças que são preveníveis por vacina. Os países que já iniciaram a vacinação em sua primeira e segunda dose na população menor de onze anos de idade, demonstraram que os efeitos colaterais  dessa vacinação são 90% dos casos leves, que são mal-estar, vômito, mialgia ou dor no corpo e febre. Principalmente no segundo dia pós-vacinação, e em especial após a segunda dose. Eventos esses que também são comuns com outras vacinas contidas no nosso calendário vacinal. Portanto, pais, vacinem seus filhos e cuidem do seu bem mais precioso”, destacou.

Saiba mais sobre a importância das vacinas em: https://www.youtube.com/watch?v=xDWoEyaLuLk

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