Cenibra: uma visita para guardar no arquivo das boas lembranças

A minha visita à Cenibra, na manhã/tarde dessa quarta-feira -8, foi recheada de surpresas e acontecimentos. Tudo milimetricamente pensado pela equipe de Comunicação Corporativa da empresa, coordenada por Débora Jorge e da qual faziam parte Eleonora Valadares, Gabriel Miranda, Sirlene Martins e Simone Reis, competentíssimos.

Os números são exorbitantes! E eu separei aqui algumas curiosidades sobre a fabricação da celulose:

Os 16 tipos de clones/disponíveis no canteiro especial deles sairão 24 MILHÕES de mudas em 2024;

Dentro do precesso todo, desde as matrizes até as prontas para ir para o campo, estão na planta da Cenibra 7.400.000 mudas; sim, MILHÕES!

Em função da área a ser plantada é que se escolhe qual o clone/matriz fornecerá a muda destinada a esse terreno;

Cada matriz dá em média 20 mudas por mês;

As mudas ganham um aporte de fósforo, potássio, nitrogênio, manganês, magnésio em doses equilibradas e outros nutrientes;

Por dia, são descarregados no pátio das madeiras 365 CAMINHÕES e 65 VAGÕES de trem; se algo acontecer que impeça a chegada dessa madeira, o estoque só dará para 15 dias;

Quando estão já plantadas, as mudas ficam 20 dias em hidratação por gotejamento, um tratamento cinco estrelas; Num canto, vi algumas com plaquinha amarela e o João Bosco, que nos apresentava essa etapa, me disse que eram as que eram objeto de pesquisa;

O que importa para a Cenibra não é a quantidade de madeira que a árvore oferece, mas a quantidade de celulose, o que é bem diferente;

Leonardo Bertolini, da Cenibra, diz que o processo é fantástico porque envolve PESSOAS, e a partir daí é que vêm o meio ambiente, a tecnologia. Então, o mais importante é que essas pessoas estejam em segurança no ambiente industrial, bem capacitadas, para entregar a melhor celulose para nosso cliente. “O processo da celulose é perfeito, porque tudo se conecta;

A Cenibra paga à Cemig apenas 10% da energia que ela utiliza; o restante é gerado na própria fábrica;

A água usada vem do Rio Doce, mas por determinação sócio-ambiental, ela deve voltar ao rio da mesma forma que foi coletada. A Cenibra trata e devolve conforme a legislação vigente;

O digestor, uma torre alta e larga, leva quatro horas para transformar os cavacos em massa marrom, usando sulfeto de sódio e soda e cozinhando a 170 graus; Depois, essa massa vai para um branqueador, secam e transforma em placas de papel celulose do formato de uma cartolina que vemos nas livraria, só que bem mais grossa;

Aí, nas 24 horas que um dia tem, foram produzidos 13.148 pacotes de 250 kg cada, embrulhadinhos, prontos para a exportação, e começa tudo de novo, porque lá na Cenibra o trabalho das máquinas dura 24h, enquanto as pessoas se revezam…

Para fechar nossa visita, antes do almoço fomos levados a conhecer a Feira da Semana de Diversidade e Cultura, onde comprei delícias para meus momentos em casa…

Tomamos café, almoçamos um menu delicioso do chef Osmar Santos. E ganhamos cestas recheadas de quitutes e artesanato de empresas das quais a Cenibra é parceira.

Até a próxima!

 

 

 

 

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