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ARTISTA IPATINGUENSE REPRESENTA O BRASIL EM FESTIVAL DE GRAFFITI NA COLÔMBIA

Quem circula pelas cidades do Vale do Aço, certamente já esteve frente a frente com uma das obras do artista ipatinguense Thiago Moska, que é uma das referências do interior de Minas Gerais, no Spray Art e Graffiti.

O artista de 34 anos que tem como estilo principal o Realismo e o Pop Art, e a 10 anos vive, exclusivamente, espalhando cores pelos muros e fachadas dos espaços públicos e privados de várias cidades, vem se destacando no território nacional nos últimos anos, tendo participado de diversos eventos e projetos como: “Graffiti no CEAGESP” em São Paulo, “Fábrica de Graffiti” em João Monlevade e “Arte no Muro” em Itabira, projetos importantes que selecionam a dedo os artistas que compõe um time riquíssimo em técnica artística e estilo para ressignificarem os espaços.

Alçando novos voos, o artista já está em solo Colombiano, onde representa o Brasil no Festival “City Graff Meeting”, que acontece na cidade de Bogotá, desde o dia 19/03. Selecionado entre 180 inscritos de todo o Mundo, Thiago Moska leva o nome de Ipatinga e do Vale do Aço para além das Minas Gerais, mostrando a potencialidade artística de nossa região.

O Artista conta que, quando soube da 4° edição do “City Graff Meeting” se inscreveu no mesmo dia faltando pouquíssimo tempo para o encerramento das inscrições e no dia seguinte recebeu uma resposta via e-mail da direção do projeto aprovando seu perfil para sua participação em BOGOTÁ – COLOMBIA.

“Vivo um misto de sensações. Não consigo externar minha alegria ao realizar um sonho que estava entre um dos primeiros na minha lista de realizações como artista”, afirma Thiago.

Esta experiência internacional é um reconhecimento ao trabalho que o artista tem realizado ao longo destes 10 anos e serve de combustível para a continuidade de seus projetos no Vale do Aço. Desde 20__ é idealizador e coordenador geral do projeto “Graffitaço”, em que ensina a arte do graffiti através de oficinas e leva cores à cidade.

“Um dos grandes desafios que enfrentamos é conseguir patrocínio, seja direto ou indireto, para nossos projetos. Além disto, não há políticas públicas e culturais de valorização da Arte de Rua (Street Art)” afirma Thiago Moska.

 

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