Anderson Franco acompanha tendências globais de inovação e negócios na China

Viagem internacional inclui ainda Tailândia e Emirados Árabes Unidos. Fundação Dom Cabral conecta executivos a ecossistemas de tecnologia, empresas de referência e diferentes perspectivas de gestão

Em um cenário no qual a inovação tecnológica, a inteligência artificial e a velocidade de transformação dos mercados influenciam cada vez mais as decisões empresariais, conhecer de perto outros ecossistemas de negócios tornou-se uma oportunidade de ampliar perspectivas e identificar novos caminhos para o empreendedorismo.
É nesse contexto que Anderson Franco, fundador e CEO da Allp Fit – Ecossistema Wellness presente em 21 estados e 225 unidades comercializadas em apenas três anos – realiza viagem internacional com passagens pela Tailândia, China e Emirados Árabes Unidos. O roteiro combina experiências culturais e contato com diferentes realidades econômicas, tendo como principal compromisso empresarial a participação no Study Trip China, programa internacional da Fundação Dom Cabral (FDC).


A imersão executiva ocorre até o dia 7 de novembro, com atividades previstas em Pequim, Hangzhou e Xangai. Com o CEO Anderson Franco, estará também o diretor geral da Allp Fit, Wellington Borges e a conselheira e franqueada do ecossistema, Regiane Nogueira Nolasco.
O programa propõe uma aproximação com empresas, universidades, lideranças e ambientes de inovação que ajudam a compreender as transformações da economia chinesa e seus impactos sobre a competitividade global.
Mais do que observar tecnologias ou conhecer grandes companhias, a proposta, segundo o CEO, e é analisar como diferentes modelos de negócio integram inovação, operação, escala e estratégia — e como esse repertório pode contribuir para decisões empresariais no Brasil.
A programação do Study Trip China reúne visitas técnicas, encontros com executivos e empreendedores, atividades acadêmicas e discussões sobre economia, inovação e competitividade.
Entre os compromissos previstos estão atividades nas Universidades de Zhejiang e NYU – Nova Iorque, Grupo Alibaba, à Humanoid Robot Trainning Center Zeekr e Geeli HQ. A agenda também contempla diálogos com empreendedores e representantes institucionais, além de experiências relacionadas à inteligência artificial, à automação e a novos modelos de negócio.
A proposta da Fundação Dom Cabral também enfatiza a leitura crítica dos contextos. Em vez de simplesmente reproduzir práticas estrangeiras, a experiência busca ampliar a capacidade dos participantes de interpretar modelos de negócio e identificar quais conceitos podem ser adaptados às condições das empresas brasileiras.
A abordagem ganha relevância em um ambiente de competição crescente, no qual o acesso à informação, isoladamente, não garante vantagem competitiva. A diferença está na capacidade de transformar conhecimento em decisões consistentes e melhorias concretas.
Cultura e negócios
A viagem também parte de uma perspectiva importante para a formação de lideranças: compreender um mercado exige conhecer não apenas suas empresas, mas também sua cultura, sua história e as características que influenciam a maneira como as pessoas trabalham, consomem e se relacionam.
Na China, a programação inclui visitas dos empresários a marcos históricos de Pequim, como a Cidade Proibida, a Muralha da China, além de atividades em universidades e ambientes empresariais. A convivência entre referências históricas e experiências contemporâneas permite observar diferentes dimensões de uma sociedade que combina tradição, desenvolvimento industrial e transformação tecnológica.
Anderson Franco também irá conhecer de perto as políticas públicas voltadas ao incentivo à tecnologia com membros do governo chinês e especialistas e fará uma visita à Hub Inovação e Parque Tecnológico com o diretor da Allp Fit, Wellington Borges, e a conselheira do ecossistema, Regiane Nogueira.
O roteiro internacional do empreendedor Anderson Franco inclui ainda Phuket e Bangkok, na Tailândia, e Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Embora tenham contextos culturais e econômicos distintos, esses destinos ampliam as oportunidades de contato com outras realidades, formas de organização social e experiências de consumo.
“A troca de conhecimento entre culturas também faz parte do aprendizado. Conversar com pessoas de diferentes origens, observar comportamentos e compreender outras perspectivas ajuda a questionar ideias estabelecidas e a reconhecer oportunidades que nem sempre são percebidas a partir de uma única realidade”, destaca Anderson.
Para o empreendedor, esse repertório pode contribuir para uma visão mais ampla sobre liderança, relacionamento com clientes, inovação e desenvolvimento de negócios.

Conhecimento e estratégia empresarial

À frente da Allp Fit, Anderson Franco conduz uma marca que se posiciona no segmento de academias com a proposta de atender à família brasileira e integrar atividade física, bem-estar e serviços associados à qualidade de vida.
Nesse contexto, avalia que acompanhar transformações tecnológicas e modelos internacionais de gestão faz parte de uma agenda relevante para o desenvolvimento empresarial. A digitalização dos serviços, a inteligência artificial e a busca por experiências mais integradas para o consumidor estão entre os temas que merecem atenção de empresas de diferentes setores.
Para o empresário cuja atuação envolve expansão de negócios e desenvolvimento, a experiência internacional contribui para ampliar essa perspectiva, especialmente quando o contato com novas referências é acompanhado de análise crítica e da capacidade de identificar aplicações viáveis para o mercado brasileiro.
“A contribuição de uma imersão executiva, entretanto, não se limita à identificação de tecnologias ou tendências. Ela também está na possibilidade de rever estratégias, formular perguntas diferentes e avaliar como novas ideias podem ser aplicadas de maneira coerente com a realidade do negócio”, pontua.
Em um ambiente empresarial cada vez mais conectado – destaca Anderson Franco, buscar referências internacionais é também uma forma de preparar organizações para mudanças que ultrapassam fronteiras. “O desafio não é apenas conhecer o que outros mercados estão fazendo, mas compreender por que determinadas soluções funcionam, quais condições tornam sua aplicação possível e como transformar esse aprendizado em valor para os negócios e para a sociedade.”

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