O CINE DOCUMENTA E A DIVERSIDADE RELIGIOSA

Em pleno Século 21, o mundo continua marcado pelo acirramento dos conflitos religiosos, apagando o amor da cena. A história se repete, o ódio domina as ações. Um sentimento incompatível com o espírito supremo que precisa morar no coração de todas as crenças. A Religião deveria promover à ética, um estilo de vida respeitoso para com os seres humanos. Mas, não raramente, a Religião se converte em comércio. Intolerância, terror, censura, preconceito, discriminação e condenação são as principais moedas de troca no mercado de emoções em que os templos da fé estão imersos.

E é em meio a este cenário que, neste ano, a CINEDOCUMENTA propõe debates sobre Diversidade Religiosa porque acredita que o diálogo entre as religiões é importante, por permitir a troca, o conhecimento e o reconhecimento das vivências religiosas entre pessoas diferentes.

Conhecer, dialogar ou pesquisar o universo religioso, além de fascinantes serve, sobretudo, no combate à violência promovida pelos fundamentalismos que fazem da vivência da fé uma problemática. Ninguém deve se manter inerte diante do preconceito, do abuso, do fanatismo que oprime, da guerra em nome de religiões e da exploração de pessoas em nome de Deus.

O cinema documentário em muito pode contribuir para que possamos defender a liberdade religiosa.

A abertura da oficina de Cinema (Técnicas de direção e de realização cinematográfica) do Cinedocumenta aconteceu hoje pela manhã, em Periquito e contou com a presença do prefeito de Periquito, Geraldo Godoy, do Secretário da Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Rodlon Valadares, e da Coordenadora de Comunicação Corporativa e Relações Institucionais da Cenibra, Leida Horst, que falou sobre a relevância dos projetos patrocinados pela empresa para o processo de transformação das comunidades. Toda a equipe do Cine Documenta, sob o comando do idealizador Éderson Caldas, estava a postos para o inícios dos trabalhos.

 

A oficina está sendo ministrada pelo diretor carioca Luiz Carlos Lacerda, o Bigode e pelo cineasta Alisson Prodlik, ex aluno de Bigode que acumula prêmios com seus trabalhos. O público-alvo são 20 alunos da rede pública de Periquito. Aulas vão até o próximo dia 22.

Fonte: www.cinedocumenta.com.br

Fotos Raquel de Carvalho