O ADEUS A FERNANDA YOUNG

A atriz, escritora, roteirista, mulher de múltiplas inquietudes, incontáveis talentos, capaz de levantar bandeiras, correr perigo, abraçar o mundo com mãos maternas, foi-se num sopro, assim, assim, sem despedidas. Foi-se quando pensava-se que ela seria eterna, nossa voz, nossa heroína sem capa e espada, mas com uma língua afiada e o texto prontinho.

Um dia, eu comentei um post dela no Instagram, ela comentou no comentário que queria escrever o que eu havia escrito ali, num livro, e passou a me seguir e a me curtir na rede, olha que honra!

O Brasil está precisando de muitas Fernandas Young, e perdeu a única que tinha.