LADY DIANA, 19 ANOS DE SAUDADE

A Princesa Diana foi o maior ícone da minha vida. Vê-la passar por tantos problemas conjugais que a levaram ao divórcio, e daí a uma trágica morte tirava de mim toda a ilusão de que princesas reais tinham uma vida diferente da minha. Era igualzinho! Então, quando me lembro do fatídico 31 de agosto, volto meus olhos para esta mulher espetacular que foi incapaz da pior das traições, a traição a si mesma. Então, pra quem não conheceu a sua história e pra quem quer se lembrar, aqui vai o texto compilado a partir das informações do Wikipédia:

Diana Frances Spencer nasceu em 1 de julho de 1961, em Paris, e faleceu no dia 31 de agosto de 1997. Apelidada de “Lady Di”, foi uma aristocrata, filantropa e a primeira esposa de Charles, Príncipe de Gales, filho mais velho e herdeiro aparente de Elizabeth II, do Reino Unido.Seus dois filhos, os príncipes Willian, Duque de Cambridge e Harry, são respectivamente o segundo e o quinto na Linha de sucessão ao trono britânico e de outros doze países da Commonwealth.

O casamento ocorreu na Catedral de São Paulo em Londres, numa quarta-feira, no dia 29 de julho de 1981. A cerimônia contou com 3500 convidados (incluindo Camila e seu então esposo Andrew Parker Bowles) e foi assistida por aproximadamente um bilhão de pessoas em todo mundo via satélite. Diana se tornou oficialmente Sua Alteza Real a Princesa de Gales e foi imediatamente elevada a terceira mulher mais importante da monarquia britânica, somente atrás da rainha Isabel II e da rainha mãe. Diana viajou a vários países em missões da família real britânica, em 1982, representou a rainha Isabel II no funeral da princesa Grace Kelly de Mônaco. O maior casamento real do século XX passou a ser comparado a um conto de fadas, e rapidamente a princesa conquistou o público com sua beleza, chamando, muitas vezes, mais atenção do que seu marido.

Após o seu casamento com o príncipe de Gales, Diana tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo, celebridade perseguida por paparazzi, um ícone da moda, ideal de beleza e elegância feminina, admirada por seu trabalho de caridade, em especial por seu envolvimento no combate à AIDS e na campanha internacional contra as minas terrestres.

Entretanto, no palácio real, as tensões entre Charles e Diana aumentavam constantemente. O príncipe estava sempre comprometido com seus deveres, e Diana estava sempre se sentindo solitária e suspeitava, cada vez mais, de que ele estaria tendo um caso extra-conjugal com Camilla Parker-Bowles. Em público, eles continuavam a aparentar um casal apaixonado. No meio da década de 1980, após o nascimento dos dois filhos do casal, Carlos passou a ficar mais tempo com seus amigos, incluindo Camilla, bem como a ficar mais tempo em Highgrove House, enquanto que Diana permanecia no Palácio de Kensington.

Para descrever o colapso do casamento entre Carlos e Diana, a mídia britânica e internacional chamou-a de Guerra dos Galeses. O nome deriva da Guerra das Duas Rosas, uma série de disputas entre a Casa de Iorque e a Casa de Lencastre pelo trono inglês. A “Guerra dos Galeses” teve início no final dos anos 80, quando veio a conhecimento público que o casamento de Carlos e Diana estava arruinado. Chegou ao seu climax em 1992, quando o Príncipe e a Princesa de Gales formalmente se divorciaram.

Em 31 de agosto de 1997, Diana morreu em um acidente automobilístico no túnel da Ponte de l’Alma, em Paris, França, quando era perseguida por sete paparazzis. Diana estava jantando com Dodi Al-Fayed,herdeiro da cadeia de lojas Harrods e então namorado da princesa,em um restaurante quando começou a perseguição por parte dos paparazzis.

No carro, Diana estava acompanhada de Dodi Al-Fayed e o motorista Henri Paul. A Mercedes-Benz S280 sedan deles bateu fortemente no 13° pilar do túnel. Como não havia barras metálicas entre os pilares, uma pequena mudança na direção do veículo poderia facilmente resultar numa colisão frontal.

O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, era o mais próximo do ponto de impacto e foi o único sobrevivente do acidente. Trevor também era o único ocupante do carro que estava utilizando o cinto de segurança. Rees-Jones, depois de meses em coma no hospital, disse que não tinha lembranças do acidente.

Henri Paul e Dodi Al-Fayed morreram imediatamente, e Diana – sentada ao banco de trás – resvalou-se brutalmente durante o impacto e bateu no banco à sua frente, causando uma hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Diana foi transportada para o Hospital Pitié-Salpêtrière, onde, apesar das numerosas tentativas de reanimação cardiorrespiratória, ela morreu às 4 da madrugada. Seu funeral, em 6 de setembro de 1997, foi assistido por aproximadamente dois bilhões de pessoas em todo o mundo.

No funeral de Diana, seu irmão Conde Spencer disse: “Acima de tudo, nós agradecemos pela vida de uma mulher que tenho muito orgulho em poder chamar de minha irmã – a única, a complexa, a extraordinária a insubstituível Diana, cuja beleza, interna e externa, jamais se extinguirá de nossas mentes.”

A sua trágica e inesperada morte foi seguida de um grande luto público pelo Reino Unido e, em menor escala, pelo mundo. Seu funeral, realizado em setembro do mesmo ano, foi assistido globalmente por cerca de 2,5 bilhões de pessoas, tornando-se um dos eventos mais assistidos da história da televisão.

Mesmo muitos anos após sua morte, a “princesa do povo” continua sendo uma celebridade frequente na imprensa, servindo de tema para muitos livros, jornais e revistas. Estima-se que seu nome seja citado, pelo menos, oito mil vezes por ano na imprensa britânica.Os vários biógrafos de Diana divergem-se quando o assunto é a decadência de seu casamento. Andrew Morton, por exemplo, culpa a “crueldade” de Charles pelo fim do relacionamento deles, enquanto que Sally Bedell Smith aponta os supostos “distúrbios mentais” de Diana como sendo os responsáveis pelo desgaste da relação.A jornalista Tina Brown, por sua vez, atribui o desastre à ingenuidade da princesa em uma ficção forjada pelos tabloides.